Escrita afetiva

ilustrar

Primeira refeição do dia.

Ainda com sono, preparava o café da manhã da família. Minha filha vestida em seu pijama de bolinhas me observava atentamente. Aquela criaturinha peculiar que mal chegava na minha cintura, parecia extremamente analítica sobre minhas ações. Me seguia a cada passo que eu dava pela cozinha sem dizer uma palavra, de braços cruzados em frente a barriga me fitava minunciosamente.

“O que será que ela deve estar pensando?” Refleti.

O dia correu como de costume. Ela foi para a escola com o irmão, voltou e foi para o quarto brincar.

Eu sempre costumava ir checar se estava correndo bem com meus pequenos. Observei meu filho lendo gibis na sala, em seguida fui espiar a menina no quarto.

Lá estava ela, fazendo café da manhã para suas filhas  bonecas. Com cara de sono e apatia, servindo uma a uma demonstrando preguiça.

Foi só naquele dia que entendi o que realmente significava “dar exemplo”.

As manhãs de café seguidas foram totalmente diferentes.

foto

Aquela paixão…

Apaixonada sempre fui. Sempre suspirando e sonhando acordada. 

Com aquele calor dentro do corpo que irradia por todas as partes. Que se mostra presente em nossas palavras e ações. Paixão ardente, daquelas que te tiram o sono a noite e te obrigam a observar a lua. Que muda sua visão para que se note poesia em tudo e todos sem distinção. 

Sensação gostosa e quente, que te vicia e te eleva. Te faz entender os poetas e românticos exagerados. 

A quem ou o que se destinava minha contemplação demorei para perceber. Só percebi quando por certos momentos, da coisa amada me afastei. 

Paixão juvenil tomou forma de amor. Não somente a amo, mas ela se tornou o que eu sou, a minha essência exteriorizada. 

A coisa que me refiro, trata-se da palavra escrita. Escrever é como respirar, se não escrevo morro por dentro. 

Sobre os erros, creio que com o tempo ficaram menos frequentes. Quando iniciei mal conjugar os verbos,Minha nossa! quanta evolução a longo prazo. 

Escrevo pois estou viva, sei que estou viva porque escrevo.

ilustração

História de formiga.

Vendo a sobrevivente furtivamente fugindo, a pequena sensação de poder tanto me elevava, quanto me incomodava. Eu havia acabado de inundar um formigueiro inteiro com a mesma mangueira que regava as flores do quintal.

Um fluxo de pensamentos tomou conta de minha mente. “Sou tão poderoso comparado a elas” “Posso não ser muito, mas a elas eu sou superior.”

Entretanto, esses pensamentos se desfizeram com a rapidez que se formaram. Deram o lugar para questões que me acompanhariam por muito tempo. “Se sou tão poderoso, deveria eu manter a segurança dos menores?” e “Se sou tão superior, por qual motivo escolhi matá-las ao invés de protegê-las?”   “Embora menores, existe algo que posso aprender com elas?”

Logo percebi que as formigas estavam ali quietinhas exercendo seu papel no ciclo. Trabalhando juntas e levando somente o necessário. Só me machucariam se a segurança delas estivesse comprometida.

Ao notar tais coisas, me senti ainda menor do que elas. Eu havia acabado de matar inúmeros seres superiores.

rosas

A rosa despedaçada.

– Te trouxe essa rosa. – Entreguei tentando parecer despretensioso.

Ela pegou com desdém. Fez cara de nojo diante do meu simples presente.

– Não gostou? – Perguntei confuso.

– De maneira alguma pude gostar. – Ela lançou suas palavras.

– Por qual motivo? Costumava amar as flores! – Questionei agressivamente.

– Qual a beleza de uma flor morta? Passou por fases, enfrentou formigas e lagartas. Enfim conseguiu desabrochar, linda, resolvida e adulta! Para chegar um homem espertalhão e a matar em pleno auge de sua formosura.  Prefiro que me reguem todos os dias e contemple o quão brilhante posso ser, ao invés de matar a minha vitalidade por egoismo. Não sei quais são suas intenções, mas estou certa que eu e a rosa não teremos destinos iguais.

 

Imediaticidade

Instagram. Facebook. Whatsapp. E de forma geral as mídias sociais. Já nos acostumamos a ter notícias no mesmo momento em que aconteceu. Também a falar com quem desejamos na hora que queremos e, não precisamos mais esperar o serviço de correios para que uma mensagem seja entregue.

Todas as essas coisas nos mostram o quão maravilhosa pode ser a humanidade, se motivadas com a causa certa. Damos um novo significado para declarações em praças e locais públicos equivalendo ao mesmo nível de importância de um texto romântico em pleno no feed para pessoa que ama.

Entretanto, de todos os efeitos que a tecnologia causa, tem um que me deixa muito mais intrigada, o da imediaticidade. Como nos acostumamos com o imediato das coisas, como alguns já nasceram em meio a tudo isso e como isso atrapalha o nosso mental.

A imediaticidade nos torna impacientes e consegue nos envolver em grandes erros. Se almejamos um nível de equilíbrio e saúde mental, não queremos nos tratar de forma contínua. Preferimos pagar para alguém que promete uma suposta cura rápida. Assim é com saúde mental, tanto quanto é com saúde física.

O quão maravilhoso seria se pudêssemos curar traumas, medos, inseguranças e certas amarguras em uma só semana, em uma só palestra, em um só curso. Não estou de forma alguma expressando uma opinião contrária a cursos e palestras, e sim contra a falsa promessa de cura imediata. Todas essas coisas são auxílios e complementos na sua jornada e não a fórmula pronta para o sucesso.

Cada um possui um ritmo, um tempo, uma história com crenças limitantes que podem interferir nessa caminhada. O processo de cura é diferente pra cada um. Faça cursos, palestras, leia livros… Mas não opte somente por esses caminhos, não procure somente a cura. Em conjunto dela, procure também a causa. Para que não tenha falsa sensação de que tudo se resolveu e  volte a “adoecer”.

Opte por olhar para si e reconhecer suas fraquezas, entender seus medos, as causas e onde tudo começou. Todos os dias se entenda e se conheça mais, mais e mais. É um trabalho incessante e longo, sobretudo eficaz. Procure ajuda especializada e continuada, como a terapia.

Ter “para agora” significa pular processos necessários para o crescimento, perde-se o significado e sentido daquele resultado. Na busca pelo equilíbrio e saúde mental, não existe cura rápida. Estamos em crescente aprendizado.

img ilustrtiva

Sempre haverá louça na pia.

“Enquanto você viver haverá louça na pia”, diz a frase. Tem momentos que enchemos a paciência de afazeres. Do ponto que olhamos, não parece ter fim… A verdade é que realmente não tem! Aceite isso e viverá bem. Enquanto você viver haverá processo. Quando estiver terminado este processo que se encontra, outra fase se iniciará. Como a louça, que se junta depois que terminamos de comer e cozinhar.

O que não pode acontecer é tentar pulá-los ou ignorá-los, por não ser um processo agradável. Por não ser o resultado que almejava, ou por não ser como havia idealizado. O estresse, a raiva, a irritação e o desgosto durante essa fase que não saiu como planejava, são apenas retardatários para o que você deseja.

Como disse em outro texto, a felicidade só depende dos pesos que colocamos nas coisas. Todavia existem situações com importâncias pré-definidas, antes mesmo do processo delas se iniciar. Enquanto ainda é apenas uma ideia.

Ora, Platão já sabia aquela época remota, que o mundo das ideias é onde está a perfeição e o mundo sensível é a realidade imperfeita do nosso cotidiano. Se desejamos que algo idealizado e sem erros aconteça, e nos irritamos quando defrontamos a primeira adversidade, jamais deveríamos ter saído do imaginário.

Somente no imaginário é que a pia estará sempre limpa. Mas caso queira aproveitar sua vida e importante existência nesse “todo” caberá a ti a reprogramar sua mente, para que aceite os processos. Todos eles, durante toda a vida.

Não se queixe das suas tarefas, estar dentro de um afazer é algo maravilhoso. É estar fazendo aquilo que se propôs a fazer quando levantou da sua cama: Viver; Trabalhar; Estudar; Tentar mais uma vez. E com “estar dentro” eu quero dizer com a mente completamente mergulhada naquilo. Desfrutando da demonstração da sua vitalidade e poder sobre você e sobre o que se propõe a fazer.

Cada um possui um ritmo, o autoconhecimento também é um processo. Existem ferramentas que podem ajudar quem não sabe por onde começar, mas não existe forma rápida ou mágica que proporcione isto em um estalar de dedos. Se você deseja atingir o seu autoconhecimento, todos os dias terá que dar um passo para essa jornada. Assim é com qualquer outro plano ou meta.

Foque sua atenção em cada etapa e se sinta cada vez mais vivo quando uma acabar e outra se iniciar. Para poder contar sua história e ajudar os próximos que irão passar pelo mesmo, ou algo parecido.

ilustração texto pontuação

Soma de vários pontos

No decorrer dos dias vão seguindo acontecimentos. Alguns damos uma imensa pontuação e outros passam completamente apagados. A soma de todos esses acontecimentos pontuados, são o que nos torna uma pessoa feliz ou triste. Um ano bom ou um ano ruim.

Temos uma perspectiva de que a nossa felicidade depende de fatores externos. Culpamos o universo e a nossa fé por todos nossos choros, nossas decepções e angustias pontuadas. Não notamos que quem possui o poder de dar pontos ou retirar, aumentar e diminuir importância, somos nós mesmos.

Há dias e dias, isso não há como negar. Alguns dias fluem de acordo com o nosso agrado, outros dias fluem exatamente o oposto disso. Mas possuímos autonomia de fazer com que o efeito negativo das situações contrárias diminuam a sua influência no nosso estado emocional.

A mais importante coisa e também a mais fácil de se fazer para que possamos melhorar nosso dia, é contar as pequeninas satisfações e pontua-las em maior escala do que o que tenha dado de errado naquele dia, naquela semana ou naquele mês.

É simples e prático. Pequenas satisfações são como comer o seu prato preferido, preparar uma refeição bonita e organizada para si. Vestir uma roupa que gosta e se arrumar do jeito que se sente bem. Tomar um banho depois de um dia exaustivo, chegar em casa e ver sua cama depois de passar o dia fora. Colocar roupas aconchegantes no frio. Tomar uma bebida quente no inverno ou um sorvete no verão.

São inúmeras as pequenas satisfações que podemos enaltecer no nosso cotidiano. Além de que podemos também promove-las, a fim de estabelecer o nosso auto-cuidado diário necessário para uma boa vida. Deste assunto tratarei em outros textos também. Mas nesse quero que veja o quão poderoso ou poderosa você é!

Antes de dormir quem define os seus pesos é você. Aquele pode ser o dia em que tudo deu errado, ou pode ser o dia em que algumas coisas deram errado e outras deram certo. O dia que aconteceu algo ruim, mas que você leu um bom livro e tomou uma bebida que ama. Pontue de forma consciente, tudo isso refletirá no seu estado emocional. Prefira dar importância para o que te fez bem!

Capa a melhor forma é a prática

A melhor forma é a prática.

“… Há somente dois erros que alguém pode cometer ao longo da estrada à verdade; não ir até o fim, e não começar.” 

Não sei se já perceberam, mas… Quanto mais demoramos pra começar algo, mais difícil e desafiador aquilo se torna. Vamos pensando no caminho até a meta e consequentemente aumentando o nosso desejo por ela.

Todo esse tempo de planejamento deixa surgir o medo de cometer algum “deslize” que ponha em risco nosso tão sonhado plano, esse medo faz com que fiquemos viciosamente nos preparando para que tudo ocorra bem.

Usamos das varias desculpas “quanto mais bem preparado melhor” “temos que agir com cautela” 

E sim realmente todo conceito de preparação está certo… Mas gostaria de trazer a você um questionamento importante para todo esse processo:

Como você irá saber onde e como precisa melhorar se não colocar a prova? 

Veja bem, em diversos exemplos como em esportes, testes acadêmicos, apresentações, viagens, começar algo novo, entre outros… Há preparação, treino, esforço, pesquisa e na maioria das vezes muito cuidado com os mais variados e pequenos detalhes. Entretanto, por mais preciso que for o planejamento para melhor desempenho, somente na pratica que a verdade vem a tona.

Há sempre uma surpresa, um golpe diferente, uma questão absurda, uma urgência, sempre precisamos de algo na hora que  esperávamos não precisar, grande parte das vezes essa ideia se quer passou em nossa cabeça durante o planejamento. E só assim conseguimos enxergar aonde precisamos trabalhar mais para ser ainda melhor, mesmo que tenhamos nos saído bem.

Trazendo isso para outras áreas da vida, fazer planos e se aprisionar na ideia de que tudo precisa dar certo e com isso planejar, planejar e planejar, atrapalha diretamente o alcance do próprio objetivo.

Pois se não praticamos, não cometemos erros, e se não cometemos erros, não evoluímos.

Não há desempenho, e não há desenvolvimento. Ficamos estagnados dentro de um sonho que nunca sai do papel, sempre idéias brilhantes para tudo dar certo, nunca um resultado daquilo.

Esse pensamento não anula o fato que tudo precisa ser organizado e pensado antes. Mas quero também despertar uma boa reflexão que por mais obvia que pareça, nós as vezes  esquecemos na euforia de sonhar com a realização e no medo de por tudo a perder. 

Para estabelecer bons resultados precisamos ver o que realmente funciona e comparar com o que não funciona, e não podemos realizar esses feitos com incríveis teorias e nenhuma prática. É simples: como vamos comparar dados para novas estratégias se não há nada a ser comparado?

É necessário despertar, agir e assim analisar e adequar seus planejamentos da maneira que as coisas forem andando. Para que haja uma evolução, é preciso uma tentativa. 

Quando como viajamos e deixamos algo, com toda certeza a falta é tão grande que na próxima viagem será a primeira coisa a ser colocada na mala. 

Se prepare, pesquise e tenha cautela. Todavia não se perca na fase inicial disso. Digo “fase inicial” pois o cuidado e preparação deve nos acompanhar por toda a vida, sempre se adaptando ao que o momento pedir um olhar mais criterioso. 

Assim como tento melhorar a escrita, como começo a mexer os “pauzinhos” de alguns planos já muuuuito bem planejados e detalhados há um tempo.

Como aquele velho ditado “É errando que um dia se acerta”

Não há nada a temer, pois todo dia é um novo dia, todo dia temos uma nova chance de fazer melhor e nos desenvolver. Resgatar velhos conselhos que agora farão sentido, e lembrar de grandes erros sempre, para não cometer novamente. Respeitando sempre o ritmo individual de cada.

        Ensinamento Budista:

A mente é tudo. O que você pensa, você se torna. Somos moldados por nossos pensamentos; nós nos tornamos aquilo que pensamos. Quando a mente é pura, a alegria segue como uma sombra que nunca vai embora. 

Não habite no passado, não sonhe com o futuro, concentre a mente no momento presente.”

capa da cronica escondam os esplhos.

Escondam os Espelhos.

   Quando se tem algo que admira muito não se perde a oportunidade de vê-lo e aprecia-lo… Assim eram os meus dias olhando pela janela aquelas pessoas, tão bonitas, elegantes, inteligentes, com os mais variados e importantes talentos. Possuíam belos cabelos, belos sorrisos, belas vozes. Não eram como eu.

   Eu, na verdade, almejava ser como elas.  Não cansava de observa-lás e, quando eu escolhia uma, passava o dia me imaginando no lugar daquela pessoa. Fazendo as coisas que eu imaginava que aquela pessoa fazia.

   Tinha a Professora de Ballet. Era lindíssima. Passava correndo todos os dias apressada com seu coque alto, e uma bolsa qual eu imaginava  haver coisas de bailarinas. Sempre visualizava ela fazendo exercícios na barra que eu gostaria e fazer.

  Também havia o Enfermeiro que, ao contrário da Professora de Ballet, andava calmamente vestindo branco com uma enorme mochila nas costas para o plantão. Ele emanava a calmaria que eu queria sentir em mim.

   E, sem dúvida, os que eu mais admirava eram os Cinco Amigos. Passavam a caminho da universidade sorrindo, dando gargalhadas e falando alto. Tudo parecia ser divertido para eles. Tão próximos um dos outros e felizes, a alegria que eu gostaria de ter.

   Até então aquele era o meu hobbie, meu passatempo. Observar os outros realizados já que eu não poderia ser.

   Mas certa vez, na parede ao lado da janela vi uma pequena fresta. Cheguei mais perto e quase enfiei o olho por curiosidade. Vi uma escada que descia de onde eu via.  Sem pensar duas vezes, chutei a parede falsa que eu não sabia da existência, até me dar passagem para a escada.

   Quando finalmente consegui passar, desci as escadas cuidadosamente, um tanto apreensiva olhando alguns encanamentos da casa e fiações. A escada me levou até uma sala quadrada cheia de molduras com fotos que se mexiam, fotos de uma pessoa bonita como as que eu admirava pela janela. Em completo estado de confusão mental, escolhi uma moldura para observar melhor, cheguei bem perto, e a medida em que eu me aproximava,  a pessoa alinhava seu rosto.

   Como quem vê um fantasma, dei um pulo para trás  que me levou ao chão devido ao susto que levei ao finalmente me lembrar do que eram os “espelhos”.  Me lembrei que eu havia escondido eles ali, e que aquela pessoa bonita era o meu reflexo.

   Me levantei calmamente e me observei de todos os ângulos os quais estavam posicionados os espelhos.

“Quanto tempo eu não me via…”

   Repreendendo minha ingenuidade ao pensar que meu reflexo era como uma das pessoas admiráveis, me recordei do motivo para que eu os deixasse ali.

   Dei o que pensei ser a última olhada e  decidi subir as escadas de volta para a janela.

   Já era noite e, mesmo querendo dormir, não conseguia. O pensamento sobre meu reflexo vinha durante toda a madrugada. Desci as escadas na calada da noite e acendi as luzes da sala de espelho. Comecei a brincar com eles, andava vagarosamente como o Enfermeiro, imitava o que eu achava ser passos de ballet e ria forçadamente como os Cinco Amigos.

“Eu seria uma ótima pessoa admirável…” pensei a noite toda, mas decidi não acreditar.

Continua…

Programação de postagens

Programação do Blog

Olá,

Tudo certo?

Vou te explicar como aqui é feito, as postagens são feitas semanalmente e ficaram salvas na página inicial e em suas categorias respectivas.

São feitas três postagens por semana, uma de cada categoria diferente sendo Textos as Segundas-Feiras para que leia e comece a semana com um olhar ou um pensamento novo e diferente. Crônicas as Quartas-Feiras para um respiro na rotina semanal e as Resenhas as Sextas-Feiras para que use o final de semana para ler, assistir, ouvir, ou pesquisar sobre o que for resenhado. Todas serão feitas pela manhã.

Quando quiser reler alguma, ou ler de alguma semana que não acompanhou é só entrar na categoria da mesma que ela ficará guardada lá.

Aproveite a Leitura.