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Aquela paixão…

Apaixonada sempre fui. Sempre suspirando e sonhando acordada. 

Com aquele calor dentro do corpo que irradia por todas as partes. Que se mostra presente em nossas palavras e ações. Paixão ardente, daquelas que te tiram o sono a noite e te obrigam a observar a lua. Que muda sua visão para que se note poesia em tudo e todos sem distinção. 

Sensação gostosa e quente, que te vicia e te eleva. Te faz entender os poetas e românticos exagerados. 

A quem ou o que se destinava minha contemplação demorei para perceber. Só percebi quando por certos momentos, da coisa amada me afastei. 

Paixão juvenil tomou forma de amor. Não somente a amo, mas ela se tornou o que eu sou, a minha essência exteriorizada. 

A coisa que me refiro, trata-se da palavra escrita. Escrever é como respirar, se não escrevo morro por dentro. 

Sobre os erros, creio que com o tempo ficaram menos frequentes. Quando iniciei mal conjugar os verbos,Minha nossa! quanta evolução a longo prazo. 

Escrevo pois estou viva, sei que estou viva porque escrevo.

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